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Autorizado pela Câmara de Vereadores
que, em 21 de dezembro de 2001, aprovou a Lei Complementar nº 347,
o Samae assumiu, em janeiro de 2002, a responsabilidade pelo gerenciamento
dos resíduos sólidos domiciliares de Blumenau.

O sistema como era:
Lixo depositado sem qualquer tratamento. |
A grande inovação
que o Samae propôs é o tratamento dos resíduos. O aterro sanitário
em uso desde a década de 70 servirá como local para o tratamento
mecânico-biológico, empregando tecnologia alemã. Dispostos
em leiras com até 3m de altura e aerados naturalmente, os
resíduos levarão cerca de oito meses para decomposição e desidratação,
sem gerar cheiro, gases e chorume. |
Com 287.350 habitantes (IBGE 2004),
Blumenau produz cerca de 200 toneladas diárias de resíduos sólidos
domiciliares.
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Passou a ser assim:
Resíduos na leira, onde ocorre o tratamento biológico.
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A Lei Complementar
nº 347 estabeleceu que a cobrança da taxa fosse transferida
do carnê do IPTU para a fatura de serviços do Samae, com uma
nova fórmula de cálculo. Para estabelecer o valor de cada
domicílio é levado em conta o número de habitantes (relacionado
com o consumo médio de água), além dos custos de coleta, tratamento,
deposição e gerenciamento dos resíduos. |
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